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Confiança
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A confiança significa aceitar o educando e respeitar sua etapa de evolução, considerando que o mesmo tem dentro de si a semente do bem e também a vontade de desabrochá-la.
Dessa maneira, as ações que evidenciam uma pedagogia de confiança na escola são:
• Estar sempre presente junto ao aluno.
• Ser forte diante de resultados adversos.
Manter viva a chama do amor.
Formar indivíduos críticos e solidários.
• Educar com coerência, num permanente intercâmbio entre professor/educando.
• Acolher as dificuldades que surgem em nossa jornada sabendo administrá-las.
• Saber escutar.
• Comprometer-se com o individual e com o coletivo.
• Trabalhar em conjunto, assumindo compromissos.
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Liberdade
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Toda a educação é para a liberdade, a fim de que a pessoa seja mais pessoa, e senhora de seus atos, tendo consciência do que quer e oriente o seu querer para o bem. Isso é o que significa liberdade.
A educação para a liberdade não somente é difícil para o educador, mas é também difícil para o próprio educando. A liberdade é um apelo à responsabilidade e, por isso, representa também um fardo que muitos preferem evitar e fugir dele, pois, pela liberdade seremos julgados.
Sendo assim, as ações que evidenciam uma pedagogia de liberdade na escola são:
• Ser capaz de inovar: mudança de mentalidade e de postura diante de situações concretas na defesa dos jovens.
• Ajudar a superar dúvidas e temores.
Integrar assuntos da atualidade, estimulando consultas, críticas e participação efetiva de todos os membros da comunidade.
Resistir às pressões do atual estado de coisas procurando formar indivíduos críticos e solidários.
• Educar com coerência, num permanente intercâmbio entre professor/educando.
• Permitir a libertação do homem através do amor que nos move, reavivando nosso contato com Jesus.
• Descobrir-se como sujeito social e político.
• Ousar com Fé e amor, afastando-se de tudo aquilo que fere a dignidade humana.
• Permitir que o aluno questione sempre
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Caridade
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Do amor, amor este livre, desinteressado, mesmo que no início ele seja egocêntrico e, isto é normal, principalmente na criança pequena que se percebe a dona do mundo, centro de todas as atenções, negando a existência do próximo. Aos poucos, porém, o educando deve ser levado a viver a caridade em graus mais altos, com maior pureza de intenção, até a caridade desinteressada. Isto implica em várias etapas:
Primeiro: Fazer o bem, aceitando não sermos reconhecidos.
Segundo: Fazer o bem, aceitando que nos julguem mal.
Terceiro: Fazer o bem, aceitando que julguem termos feito somente o mal.
A caridade é pois, o fundamento da confiança e da liberdade e é por isso que Pallotti a chama de "o constitutivo substancial da Pia Sociedade".
Portanto, as ações que evidenciam uma pedagogia de caridade na escola são:
• Voltar-se aos mais desamparados, aos excluídos, aos pobres, dando-lhes esperança de vida.
• Expressar carinho, acolher, cuidar e aceitar o outro como ele é.
• Assumir os progressos e também os retrocessos de cada um.
• Ter capacidade de escuta, disposição ao amor e paciência.
• Instruir, aconselhar, consolar, confortar, perdoar e suportar cada um dentro da sua condição.
• Irradiar entusiasmo, transmitir ânimo, amor e dialogar sempre.
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